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	<title>Wiki | Quadrinhos Nacionais - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: /* Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|900px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em; margin: 10.5em;width:18%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.0em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:40%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sinopse===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É um pilar de ordem e diplomacia na escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários. Oficialmente, é um dos monitores líderes.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial chamado para gerenciar crises. &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* O flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente em extras.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado, rejeitado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3092</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3092"/>
		<updated>2025-09-04T13:38:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: /* Heráclito de Éfeso | 18 anos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|900px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em; margin: 10.5em;width:18%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.0em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:40%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sinopse===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É um pilar de ordem e diplomacia na escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários. Oficialmente é um dos monitores líderes.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial chamado para gerenciar crises. &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* O flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente em extras.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado, rejeitado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3091</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3091"/>
		<updated>2025-09-04T13:36:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: /* Albert Camus | 17 anos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|900px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em; margin: 10.5em;width:18%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.0em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:40%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sinopse===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É um pilar de ordem e diplomacia na escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários. Oficialmente é um dos monitores líderes.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial chamado para gerenciar crises. &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* O flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente em extras.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
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| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3090</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3090"/>
		<updated>2025-09-04T13:35:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: /* Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|900px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em; margin: 10.5em;width:18%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.0em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:40%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sinopse===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É um pilar de ordem e diplomacia na escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários. Oficialmente é um dos monitores líderes.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial chamado para gerenciar crises. &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* O flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
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| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
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12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3089</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-09-03T17:42:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|900px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em; margin: 10.5em;width:18%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.0em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:40%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sinopse===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3088</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3088"/>
		<updated>2025-09-03T17:42:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|900px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:18%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.0em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:40%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sinopse===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3087</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3087"/>
		<updated>2025-09-03T17:39:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|800px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:18%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:left; font-size:1.0em; font-style:italic; padding:1em; margin: 0.5em;width:40%;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sinopse===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3086</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3086"/>
		<updated>2025-09-03T17:29:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|580px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
´´´Ficção Filosófica afetiva´´´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
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6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
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7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
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8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
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12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
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15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
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20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
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24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3085</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3085"/>
		<updated>2025-09-03T17:29:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|580px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
´´´Ficção Filosófica afetiva´´´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3084</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3084"/>
		<updated>2025-09-03T17:28:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|580px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
´´´Ficção Filosófica afetiva´´´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3083</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3083"/>
		<updated>2025-09-03T17:28:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|580px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
´´´Ficção Filosófica afetiva´´´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3082</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-09-03T17:28:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|590px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
´´´Ficção Filosófica afetiva´´´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
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12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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	<entry>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-09-03T17:28:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
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| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|580px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
´´´Ficção Filosófica afetiva´´´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3080</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3080"/>
		<updated>2025-09-03T17:27:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|550px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
´´´Ficção Filosófica afetiva´´´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
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Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
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Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3079</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3079"/>
		<updated>2025-09-03T17:26:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; Pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| criador = AGUA&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| genero = Ficção Filosófica afetiva&lt;br /&gt;
| formato = Webcomic&lt;br /&gt;
| idioma = Português (Brasil)&lt;br /&gt;
| status = Em andamento&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bannerdepos.png|550px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;banner&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-09-03T17:15:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
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| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div style=&amp;quot;text-align:center; font-size:1.3em; font-style:italic; padding:1em 0; border-top:1px solid #ccc; border-bottom:1px solid #ccc; margin: 1.5em 0;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sinopse ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3076</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-09-03T17:11:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3075</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3075"/>
		<updated>2025-09-03T17:10:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós e Pós&#039;&#039;&#039; se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas &#039;&#039;&#039;Sêneca&#039;&#039;&#039; e &#039;&#039;&#039;Albert Camus&#039;&#039;&#039;. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039; de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contexto Histórico: &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus — &#039;&#039;talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero&#039;&#039; – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
:— &#039;&#039;O Homem Revoltado&#039;&#039;, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Para saber mais:&#039;&#039;&#039; [https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome Artigo sobre &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; no site Razão Inadequada].&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3074</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3074"/>
		<updated>2025-09-03T17:03:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus –&amp;lt;b&amp;gt; talvez por vezes contraditório, mas certamente&amp;lt;/b&amp;gt; sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:AnnaeusSeneca.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Camus.png&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
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8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;extra&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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&lt;hr /&gt;
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		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
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| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus –&amp;lt;b&amp;gt; talvez por vezes contraditório, mas certamente&amp;lt;/b&amp;gt; sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Seneca.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Seneca.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos === &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Albert camus.png|miniaturadaimagem]] &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Albert camus.png |&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Heraclito-full.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:60%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=Arquivo:Heraclito-full.png&amp;diff=3070</id>
		<title>Arquivo:Heraclito-full.png</title>
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		<updated>2025-09-03T16:59:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;ilustração&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-09-03T16:50:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus –&amp;lt;b&amp;gt; talvez por vezes contraditório, mas certamente&amp;lt;/b&amp;gt; sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Seneca.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Albert camus.png |&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Apelidos/Alcunhas:&#039;&#039;&#039; O Obscuro.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre o Personagem:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;width:100%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Heráclito.png|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=Arquivo:Seneca.png&amp;diff=3068</id>
		<title>Arquivo:Seneca.png</title>
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		<updated>2025-09-03T16:48:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;ilustração&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=Arquivo:Albert_camus.png&amp;diff=3067</id>
		<title>Arquivo:Albert camus.png</title>
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		<updated>2025-09-03T16:44:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Ilustração&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=Arquivo:Her%C3%A1clito.png&amp;diff=3066</id>
		<title>Arquivo:Heráclito.png</title>
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		<updated>2025-09-03T16:38:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Heráclito de Éfeso&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3065</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3065"/>
		<updated>2025-09-03T02:04:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus –&amp;lt;b&amp;gt; talvez por vezes contraditório, mas certamente&amp;lt;/b&amp;gt; sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| O Obscuro.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3064</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3064"/>
		<updated>2025-09-03T02:03:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| O Obscuro.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filósofos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3057</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-08-29T22:52:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: /* Heráclito de Éfeso | 18 anos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
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| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
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| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| O Obscuro.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos outros irão aparecer ainda… Os filósofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3056</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3056"/>
		<updated>2025-08-29T22:44:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Personagens Principais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lucius Annaeus Sêneca | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| Monsieur Stoïque, O Estoico.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Estoicos&#039;&#039;&#039;. Como facção, os Estoicos buscam a prática da virtude, a constância da alma e a resiliência da razão. Na dinâmica da escola, eles funcionam como uma força de estabilidade, oferecendo apoio e mediação em conflitos. Sêneca é a principal figura deste grupo, agindo como o diplomata oficial que é chamado para gerenciar as crises e &amp;quot;puxar alunos caóticos do fogo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* É o principal pilar de ordem da escola, agindo como um mediador sereno e diplomático que busca aplicar a lógica estoica aos conflitos diários.&lt;br /&gt;
* Esconde uma profunda vulnerabilidade por trás de sua fachada controlada, lidando com traumas passados e emoções inesperadas que desafiam sua disciplina.&lt;br /&gt;
* Usa a escrita de cartas para seu amigo Lucílio como uma forma de processar seus pensamentos e dilemas de forma privada e reflexiva.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Sua correspondência constante com um amigo chamado Lucílio é uma referência direta às &#039;&#039;Cartas a Lucílio&#039;&#039;, principal obra do Sêneca histórico.&lt;br /&gt;
* A cicatriz profunda que ele esconde no braço e um flashback em que o personagem Nero lhe oferece um estilete são alusões à morte do filósofo, que foi forçado a cometer suicídio pelo imperador Nero.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Albert Camus | 17 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| L&#039;Étranger (O Estrangeiro), Persona non grata.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Absurdista&#039;&#039;&#039;. Como absurdista, ele aceita que a vida não tem um sentido inerente, mas acredita na importância de continuar vivendo e se revoltando contra essa condição. Socialmente, ele anda com os &amp;quot;exilados&amp;quot; e &amp;quot;cancelados&amp;quot;, um reflexo de seu status de &amp;quot;persona non grata&amp;quot; após o rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Vive como o &amp;quot;estrangeiro&amp;quot; e &amp;quot;persona non grata&amp;quot; da escola, usando o charme, filosofia e inteligência como um escudo após seu rompimento com Sartre.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia absurdista se manifesta em uma revolta constante contra o sistema, mas ele busca refúgio em clubes diversos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Toda a sua trama de isolamento social e o apelido &amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot; vêm de sua obra mais famosa, &amp;quot;O Estrangeiro&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Étranger&amp;quot;).&lt;br /&gt;
* O conflito central com Sartre é uma dramatização da briga real entre os dois filósofos, que ocorreu após a publicação do livro &amp;quot;O Homem Revoltado&amp;quot; (&amp;quot;L&#039;Homme révolté&amp;quot;) em 1951, evento citado diretamente nos roteiros.&lt;br /&gt;
* A paixão do personagem pelo futebol, atuando como goleiro titular, é fiel à biografia de Camus, que foi um goleiro promissor em sua juventude na Argélia.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Heráclito de Éfeso | 18 anos ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Apelidos/Alcunhas&lt;br /&gt;
| O Obscuro.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alinhamento/Facção&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Pré-Socráticos&#039;&#039;&#039;. Este grupo, junto dos Naturalistas, é conhecido na escola por sua abordagem caótica e experimental, com uma reputação de &amp;quot;explodir coisas em nome da física&amp;quot;. Heráclito é a personificação máxima dessa energia, agindo como uma força imprevisível e transformadora na panela, sempre associado ao fogo e ao fluxo.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Sobre o Personagem&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Personifica o caos e o fluxo, com um comportamento impulsivo, imprevisível e uma fixação pelo fogo.&lt;br /&gt;
* Comunica-se de forma poética e enigmática, acreditando que a vida e o amor nascem do conflito e do atrito constante.&lt;br /&gt;
* Por baixo de sua energia caótica, é uma figura intensamente romântica e melancólica que se sente profundamente deslocado e incompreendido.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Alusões Históricas&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
* Seu apelido, &amp;quot;O Obscuro&amp;quot;, é o mesmo pelo qual o filósofo pré-socrático era conhecido na antiguidade, devido à natureza enigmática de seus escritos.&lt;br /&gt;
* A cena &amp;quot;A Cura Heraclitiana&amp;quot;, em que ele se cobre de esterco para curar uma gripe, é uma paródia de uma anedota histórica contada por Diógenes Laércio, na qual Heráclito teria tentado curar-se de uma doença cobrindo-se com estrume de vaca.&lt;br /&gt;
* Sua filosofia de que &amp;quot;o amor nasce do embate&amp;quot; e seu lema &amp;quot;Tudo flui, tudo arde!&amp;quot; são adaptações diretas de seus conceitos mais famosos: &amp;quot;a guerra é o pai de todas as coisas&amp;quot; e &amp;quot;panta rhei&amp;quot; (tudo flui), com o fogo sendo o elemento primordial.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais ainda vão aparecer. Os filosofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3055</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-08-29T21:23:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
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| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35. Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36. Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37. René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38. Santo Agostinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais ainda vão aparecer. Os filosofos aparecem conforme o plot pede e estudo sobre eles&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=3054</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-08-29T21:21:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
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| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sinopse&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adolescentes baseados em filósofos famosos tentam sobreviver ao ensino médio numa escola pública com verba metafísica — ou seja, ninguém sabe como ainda funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucius Annaeus Sêneca, um estoico diplomático e paciente, começa o ano letivo sendo abençoado com a presença de um caos com ostracismo: Albert Camus, o persona non grata da escola. Sêneca, você só queria paz, não é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada-SP, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber, onde costumava ser uma fazenda. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus. A série adapta inicialmente o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- David Hume&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maquiavel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santo Agostinho&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-08-29T21:17:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
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| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h2&amp;gt;&amp;quot;Você é a história que os outros contam sobre você&amp;quot;&amp;lt;/h2&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
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6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
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7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
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8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
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10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
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11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
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12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
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15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
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21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
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22. Heráclito&lt;br /&gt;
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23. Anaximandro &lt;br /&gt;
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24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- David Hume&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-07-28T19:19:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
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| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INFO: https://razaoinadequada.com/filosofos/camus/o-homem-revoltado/#:~:text=Criticar%20o%20marxismo%20enquanto%20Josef,excessos%20cometidos%20em%20seu%20nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- David Hume&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maquiavel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santo Agostinho&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-07-26T16:38:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/pos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos-pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- David Hume&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maquiavel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santo Agostinho&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/socraticos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-07-08T19:47:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/socraticos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- David Hume&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maquiavel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- René Descartes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Santo Agostinho&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.enciclopedialqn.com.br/index.php?title=P%C3%B3s%26P%C3%B3s_P%C3%B3s-socr%C3%A1ticos_%26_p%C3%B3s-traum%C3%A1ticos&amp;diff=2796</id>
		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-07-08T19:43:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/socraticos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos &amp;amp; Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- David Hume&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maquiavel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- René Descartes&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-07-08T19:37:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/socraticos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos e Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, O Homem Revoltado valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita. Stálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus – talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero – era repudiado radicalmente. A amargura do consagrado autor de O Estrangeiro e A Peste foi canalizada então em 1956 com A Queda, romance-monólogo de impressionante expressividade e força.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O Homem Revoltado, orelha da 9ª edição, tradução de Valerie Rumjaneck, Editora Record, Rio de Janeiro/São Paulo, 2011)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
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		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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		<updated>2025-07-08T19:34:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/socraticos/info]&lt;br /&gt;
| link3 = Funktoon&lt;br /&gt;
| link3_url = [https://funktoon.com/serie/pos]&lt;br /&gt;
| link4 = Insta&lt;br /&gt;
| link4_url = [https://www.instagram.com/pos.e.pos/]&lt;br /&gt;
| imagem = &lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa---br.png|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos e Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como protagonistas Sêneca e Albert Camus, e como plot principal, apresenta a vida de Sêneca e adapta para a série o evento histórico da publicação de O Homem Revoltado de 1951.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- David Hume&lt;br /&gt;
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
| link1_url = [https://fliptru.com.br/comic/pos-socraticos-e-pos-traumaticos]&lt;br /&gt;
| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/socraticos/info]&lt;br /&gt;
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| imagem = &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Ficção Filosófica Afetiva&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pós-Socráticos e Pós-Traumáticos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pós e Pós se passa em Charqueada, interior de São Paulo, na fictícia ETEC Deputado do Saber. Visualmente, a série adota a estética de: caderno escolar; recorte de jornal; e nostalgia. Com princípios de design UX/UI, criando uma sensação de “diário filosófico vivo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica Afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
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19. Hegel &lt;br /&gt;
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20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
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22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29. Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30. Demócrito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31. Pitágoras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32. Parmênides&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33. Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34. Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
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}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica Afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
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4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
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5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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19. Hegel &lt;br /&gt;
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25. Hobbes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
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Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
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| imagem = &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica Afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
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8. Platão &lt;br /&gt;
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9. Sócrates&lt;br /&gt;
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10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
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12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
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15. Simone Weil&lt;br /&gt;
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16. Karl Marx &lt;br /&gt;
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19. Hegel &lt;br /&gt;
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20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
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21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
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22. Heráclito&lt;br /&gt;
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23. Anaximandro &lt;br /&gt;
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24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes (Lyra)&lt;br /&gt;
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26. Rousseau(Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jonh Locke&lt;br /&gt;
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		<author><name>Agua Vesper</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Agua Vesper: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
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| link2 = Tapas&lt;br /&gt;
| link2_url = [https://tapas.io/series/socraticos/info]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica Afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes (Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau(Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
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- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Empédocles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
- Xenofonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hannah Arendt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Immanuel Kant&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<title>Pós&amp;Pós Pós-socráticos &amp; pós-traumáticos</title>
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&lt;div&gt;{{Predefinição:Sidebar&lt;br /&gt;
| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
| criador = Agua&lt;br /&gt;
| link1 = Fliptru&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica Afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
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9. Sócrates&lt;br /&gt;
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10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
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11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
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12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25. Hobbes (Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau(Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Maria de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mary Shelley&lt;br /&gt;
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- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Empédocles&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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| nome = Pós-socráticos &amp;amp; pós-traumáticos&lt;br /&gt;
| data = Abril de 2025&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Ficção Filosófica Afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
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3. Epicteto &lt;br /&gt;
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4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
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6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
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8. Platão &lt;br /&gt;
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9. Sócrates&lt;br /&gt;
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10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
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11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
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12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
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13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
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14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
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15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
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17. Epicuro&lt;br /&gt;
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18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
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19. Hegel &lt;br /&gt;
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20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
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21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
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22. Heráclito&lt;br /&gt;
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23. Anaximandro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24. Aristóteles&lt;br /&gt;
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25. Hobbes (Lyra)&lt;br /&gt;
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26. Rousseau(Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28. C.S Lewis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda vão aparecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fernando Pessoa&lt;br /&gt;
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- Ariano Suassuna&lt;br /&gt;
- Empédocles&lt;br /&gt;
- Demócrito&lt;br /&gt;
- Pitágoras&lt;br /&gt;
- Parmênides&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
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}}&lt;br /&gt;
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Ficção Filosófica Afetiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosos que já apareceram na série:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Sêneca &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Albert Camus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Epicteto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Marco Aurélio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Zenão de Cítio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Crisipo de Solos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Platão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Sócrates&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Franz Kafka &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Fiódor Dostoiévski &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Søren Kierkegaard &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Jean-Paul Sartre &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Simone de Beauvoir &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Simone Weil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16. Karl Marx &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17. Epicuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18. Schopenhauer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19. Hegel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20. Diógenes de Sinope &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21. Tales de Mileto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22. Heráclito&lt;br /&gt;
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23. Anaximandro &lt;br /&gt;
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24. Aristóteles&lt;br /&gt;
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25. Hobbes (Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26. Rousseau(Lyra)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27. Hipatia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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