Andalarus: mudanças entre as edições
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A fauna e flora de Andalarus é muito variada, possuindo plantas tropicais e de regiões frias como pinheiros e araucárias. Possui muitas árvores e arbustos frutíferos, mas também possui vegetação perigosa, como as temidas plantas devoradoras de homens. Sua fauna varia muito, com animais selvagens com cascos, como cervos e veados, dinossauros ornitópodes bico de pato, como os grandes parassauros, conhecidos como chifre de trombeta — um animal que foi domesticado e usado na região da Província do Minuano como animal de carga. A fauna também conta com terópodes de pequeno, médio e grande porte, grandes canídeos como os lobos terríveis. Em fronteira com Argham, é comum encontrar draconídeos quadrúpedes como os drakes do pântano e tartarugas do musgo. Ao sul, na região montanhosa, é comum que serpentes da neve construam ninhos nas montanhas. Viajantes na região do extremo sul podem se deparar com as perigosas corujas da neve, aves de rapina silenciosas de grande porte. | A fauna e flora de Andalarus é muito variada, possuindo plantas tropicais e de regiões frias como pinheiros e araucárias. Possui muitas árvores e arbustos frutíferos, mas também possui vegetação perigosa, como as temidas plantas devoradoras de homens. Sua fauna varia muito, com animais selvagens com cascos, como cervos e veados, dinossauros ornitópodes bico de pato, como os grandes parassauros, conhecidos como chifre de trombeta — um animal que foi domesticado e usado na região da Província do Minuano como animal de carga. A fauna também conta com terópodes de pequeno, médio e grande porte, grandes canídeos como os lobos terríveis. Em fronteira com Argham, é comum encontrar draconídeos quadrúpedes como os drakes do pântano e tartarugas do musgo. Ao sul, na região montanhosa, é comum que serpentes da neve construam ninhos nas montanhas. Viajantes na região do extremo sul podem se deparar com as perigosas corujas da neve, aves de rapina silenciosas de grande porte. | ||
== Povos de Andalarus == | |||
Andalarus possui um grande número de povos, muitos desses imigrantes de outras terras. O povo originário de Andalarus são os vandalarianos, um povo de estatura média, pele morena, olhos que variam do castanho escuro ao verde, cabelos pretos ou castanhos. É comum encontrar arghanianos, um povo da raça élfica. Arghanianos possuem pele pálida, olhos e cabelos claros, corpos altos e magros. Ao sul, se podem encontrar povos que migraram de Isvidda, como os Hollvarr, um povo de pele branca, olhos verdes e azuis, cabelos loiros muito claros e grande porte físico, conhecidos como Filhos da Neve. Também vivem lá os Nidfjall, conhecidos como anões do sul, que vieram de Isvidda em uma época de frio extremo. Eram exímios caçadores e ferreiros. Hoje a cultura do Nidfjall se espalhou pelo sul de Andalarus, e a criação de animais é mais comum entre o povo. | Andalarus possui um grande número de povos, muitos desses imigrantes de outras terras. O povo originário de Andalarus são os vandalarianos, um povo de estatura média, pele morena, olhos que variam do castanho escuro ao verde, cabelos pretos ou castanhos. É comum encontrar arghanianos, um povo da raça élfica. Arghanianos possuem pele pálida, olhos e cabelos claros, corpos altos e magros. Ao sul, se podem encontrar povos que migraram de Isvidda, como os Hollvarr, um povo de pele branca, olhos verdes e azuis, cabelos loiros muito claros e grande porte físico, conhecidos como Filhos da Neve. Também vivem lá os Nidfjall, conhecidos como anões do sul, que vieram de Isvidda em uma época de frio extremo. Eram exímios caçadores e ferreiros. Hoje a cultura do Nidfjall se espalhou pelo sul de Andalarus, e a criação de animais é mais comum entre o povo. | ||
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== Localizações relevantes == | == Localizações relevantes == | ||
* Vandalar: a capital do Reino de Andalarus. Próximo de Vandalar, reside o Monastério dos Magos, um dos locais mais importantes das artes arcanas de todo o continente. | * Vandalar: a capital do Reino de Andalarus. Próximo de Vandalar, reside o Monastério dos Magos, um dos locais mais importantes das artes arcanas de todo o continente. | ||
* Forte da Serpente: onde reside o poderoso mago Silvanus Silva e seu exército. Na região sul, o mago Silva é conde | * Forte da Serpente: onde reside o poderoso mago Silvanus Silva e seu exército. Na região sul, o mago Silva é conde, e sua brigada faz a segurança da banda ocidental da Província do Minuano. Ninguém cruza a fronteira sem seu conhecimento. | ||
* Santa Bárbara: apesar de a princípio parecer apenas um pequeno vilarejo irrelevante, Santa Bárbara abriga a terceira maior catedral de Luce de Andalarus. O vilarejo possui uma relevância histórica para os clérigos. Dizem que na torre da catedral está escondida uma poderosa relíquia, um sino chamado Requiem, com poder para destruir as trevas. | * Santa Bárbara: apesar de a princípio parecer apenas um pequeno vilarejo irrelevante, Santa Bárbara abriga a terceira maior catedral de Luce de Andalarus. O vilarejo possui uma relevância histórica para os clérigos. Dizem que na torre da catedral está escondida uma poderosa relíquia, um sino chamado Requiem, com poder para destruir as trevas. | ||
== A invasão demôniaca == | == A invasão demôniaca == | ||
Um evento recente na terra de Andalarus é a aparição de criaturas sobrenaturais conhecidas como demônios. São criaturas disformes, que violam as leis da natureza, e têm comportamento agressivo contra toda forma de vida. Estes demônios representam um risco real à população e às formas de vida em Andalarus, pois consomem tudo que encontram de forma descontrolada, isso inclui seres humanos. Essas monstruosidades podem variar de tamanho, forma e comportamento. Ninguém tem certeza de onde eles vieram, e parecem continuar a invadir Andalarus, mesmo que muitos mercenários e guerreiros estejam em um esforço ativo para conter seu avanço. Tudo que se sabe é que em um certo momento um grande estrondo foi ouvido por toda Andalarus e reinos vizinhos, um grande pilar de luz iluminou o céu noturno. Desde aquele dia, nada mais foi o mesmo. | Um evento recente na terra de Andalarus é a aparição de criaturas sobrenaturais conhecidas como demônios. São criaturas disformes, que violam as leis da natureza, e têm comportamento agressivo contra toda forma de vida. Estes demônios representam um risco real à população e às formas de vida em Andalarus, pois consomem tudo que encontram de forma descontrolada, isso inclui seres humanos. Essas monstruosidades podem variar de tamanho, forma e comportamento. Ninguém tem certeza de onde eles vieram, e parecem continuar a invadir Andalarus, mesmo que muitos mercenários e guerreiros estejam em um esforço ativo para conter seu avanço. Tudo que se sabe é que em um certo momento um grande estrondo foi ouvido por toda Andalarus e reinos vizinhos, um grande pilar de luz iluminou o céu noturno. Desde aquele dia, nada mais foi o mesmo. | ||
Edição atual tal como às 05h18min de 16 de maio de 2026
Andalarus ( Amon / Silva o mago )[editar]

Andalarus é um território no universo de Amon. A terra de Andalarus, muitas vezes referenciada como Reino de Andalarus, é um vasto território composto por diversos biomas: regiões montanhosas, colinas, florestas densas, formações rochosas de cristais, cavernas e um pampa vasto ao sul. A temperatura é amena, variando de 35 graus ao norte, onde faz fronteira com terras mais quentes como os pântanos das Terras de Argham e as montanhas incandescentes de Motsogheim, a temperaturas mais frias, que no verão ficam em média de 20 graus na região sul, mas podem chegar a 0 graus no inverno. A região sul de Andalarus, conhecida como Província do Minuano, faz fronteira com as terras montanhosas e frias de Isvidda.
Vida nativa[editar]
A fauna e flora de Andalarus é muito variada, possuindo plantas tropicais e de regiões frias como pinheiros e araucárias. Possui muitas árvores e arbustos frutíferos, mas também possui vegetação perigosa, como as temidas plantas devoradoras de homens. Sua fauna varia muito, com animais selvagens com cascos, como cervos e veados, dinossauros ornitópodes bico de pato, como os grandes parassauros, conhecidos como chifre de trombeta — um animal que foi domesticado e usado na região da Província do Minuano como animal de carga. A fauna também conta com terópodes de pequeno, médio e grande porte, grandes canídeos como os lobos terríveis. Em fronteira com Argham, é comum encontrar draconídeos quadrúpedes como os drakes do pântano e tartarugas do musgo. Ao sul, na região montanhosa, é comum que serpentes da neve construam ninhos nas montanhas. Viajantes na região do extremo sul podem se deparar com as perigosas corujas da neve, aves de rapina silenciosas de grande porte.
Povos de Andalarus[editar]
Andalarus possui um grande número de povos, muitos desses imigrantes de outras terras. O povo originário de Andalarus são os vandalarianos, um povo de estatura média, pele morena, olhos que variam do castanho escuro ao verde, cabelos pretos ou castanhos. É comum encontrar arghanianos, um povo da raça élfica. Arghanianos possuem pele pálida, olhos e cabelos claros, corpos altos e magros. Ao sul, se podem encontrar povos que migraram de Isvidda, como os Hollvarr, um povo de pele branca, olhos verdes e azuis, cabelos loiros muito claros e grande porte físico, conhecidos como Filhos da Neve. Também vivem lá os Nidfjall, conhecidos como anões do sul, que vieram de Isvidda em uma época de frio extremo. Eram exímios caçadores e ferreiros. Hoje a cultura do Nidfjall se espalhou pelo sul de Andalarus, e a criação de animais é mais comum entre o povo.
Andalarus também possui povos marginalizados, dos quais despertam olhares de curiosidade e julgamento nas cidades humanas. Alguns orcs vieram das terras baldias para Andalarus e vivem em grandes tribos ao oeste. Diversas tribos de homens-besta também vieram para Andalarus há pelo menos 200 anos. Eles são tolerados pelo povo, mas regiões mais conservadoras costumam olhá-los com desconfiança. Povos da espécie troglodita também estão espalhados por Andalarus, como trolls, ogros e os famosos goblins, que vivem em certas cavernas distantes da civilização humana. Raças trogloditas costumam ser hostilizadas. Goblins são raramente vistos perto de regiões humanas, e devido à inaptidão da comunicação, trolls e ogros são tratados com hostilidade, e os encontros entre essas espécies e espécies humanas acabam terminando em mortes na maior parte dos casos.
Religiões de Andalarus[editar]
Andalarus possui diversas religiões, deuses e crenças. O culto mais relevante em Andalarus é o culto de Luce, a Deusa da Luz e do Calor. Luce é vista como uma divindade de paixão, bondade e misericórdia, que ensina ao homem a justiça, ilumina-o com a luz da racionalidade e o afasta das trevas da maldade e violência. O culto de Luce possui uma legião de clérigos, homens que são parte monge, parte guerreiro. Eles não estão filiados a nenhum reino ou governo, possuem um grande monastério localizado na região central de Andalarus, mas suas igrejas, postos e quartéis estão espalhados por toda Andalarus. Estes clérigos praticam milagres de cura, bênção, e dizem as lendas que podem até invocar raios com as próprias mãos, embora esse tipo de fenômeno seja raro. Os clérigos vagam pelas terras protegendo seus seguidores e buscando relíquias antigas de eras passadas.
Outro culto relevante em Andalarus é o culto de Geon, um deus de justiça implacável, punição e ira ao maligno. Seu contingente de clérigos é relativamente menor ao de Luce, mas ainda é um deus bem popular entre o povo de Andalarus.
Alguns cultos são considerados heréticos, como o culto do deus serpente Usum Khaal, uma divindade cultuada no Deserto Dourado. É sabido que seus seguidores realizam rituais de sacrifícios humanos e canibalismo. As lendas dizem que todos que cultuam esse deus se tornam parte serpente, se transformando em uma abominação. Outro culto que é considerado proibido, e além disso é perseguido ativamente pelos clérigos de Luce, é o culto ao Deus Negro. Sabe-se pouca coisa sobre esse culto, apenas que ele serve a um deus maligno e enganador (ou ao menos é o que os servos de Luce dizem). Neste culto supostamente são ensinadas magias profanas, como a magia negra, sortilégio, maldições, magias de sangue e a profanação dos mortos, a necromancia. O culto ao Deus Negro é proibido em Vandalar e punido com a morte.
Localizações relevantes[editar]
- Vandalar: a capital do Reino de Andalarus. Próximo de Vandalar, reside o Monastério dos Magos, um dos locais mais importantes das artes arcanas de todo o continente.
- Forte da Serpente: onde reside o poderoso mago Silvanus Silva e seu exército. Na região sul, o mago Silva é conde, e sua brigada faz a segurança da banda ocidental da Província do Minuano. Ninguém cruza a fronteira sem seu conhecimento.
- Santa Bárbara: apesar de a princípio parecer apenas um pequeno vilarejo irrelevante, Santa Bárbara abriga a terceira maior catedral de Luce de Andalarus. O vilarejo possui uma relevância histórica para os clérigos. Dizem que na torre da catedral está escondida uma poderosa relíquia, um sino chamado Requiem, com poder para destruir as trevas.
A invasão demôniaca[editar]
Um evento recente na terra de Andalarus é a aparição de criaturas sobrenaturais conhecidas como demônios. São criaturas disformes, que violam as leis da natureza, e têm comportamento agressivo contra toda forma de vida. Estes demônios representam um risco real à população e às formas de vida em Andalarus, pois consomem tudo que encontram de forma descontrolada, isso inclui seres humanos. Essas monstruosidades podem variar de tamanho, forma e comportamento. Ninguém tem certeza de onde eles vieram, e parecem continuar a invadir Andalarus, mesmo que muitos mercenários e guerreiros estejam em um esforço ativo para conter seu avanço. Tudo que se sabe é que em um certo momento um grande estrondo foi ouvido por toda Andalarus e reinos vizinhos, um grande pilar de luz iluminou o céu noturno. Desde aquele dia, nada mais foi o mesmo.